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Por que o cinema continua sendo – cada vez mais – “a diversão das multidões”? Como o cérebro reage às emoções dos filmes de ficção, em seus mais diversos gêneros, de comédias, aos dramas, policiais, de terror, suspense e outros. Por que “a gente sabe que é tudo de mentira”, mas a maioria das pessoas adora “se deixar enganar?”, é o que Suzana explora, sob a ótica da neurociência, nesse papo cabeça com Isabella Saes, uma “fanática por cinema”.

Ficha Técnica:
Suzana Herculano-Houzel (apresentadora)
Sergio Brandão (direção geral)
Danny Donohue (direção artística)
Javier Canteros (assistente de direção e edição)
Gabriele Donati (assistente de direção artística e finalização)
Tania de Oliveira (produção executiva)
Julio Correa (sonorização)
Marco Durante (camera principal)
Jorge Pimentel (iluminação)
Rodrigo Dutra (cinegrafista)
Elda Hasson (maquiadora)

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1 comentário

  • Myrella Ribeiro 3 anos atrás

    Faço das palavras da entrevistada as minhas. Tenho 35 anos e desde criança sou apaixonada por filmes de terror. E também tenho essa mania de controle e do risco ao mesmo tempo, embora sempre um tanto controlado! Parabéns pela entrevista e bom encontrar pessoas que tiveram a mesma trajetória na paixão pelo terror. E adoro rever os clássicos e alguns que eu adorava antes e que continuo adorando hoje como “A hora do pesadelo” (Apaixonada sempre por Freddy), A morte pede carona, O iluminado, etc